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terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Acontecimentos "estranhos" envolvendo o antes, o durante e o depois do depoimento de João de Deus na DEIC, em Goiânia, chamaram a atenção.

Após se entregar a Polícia Civil na tarde do último domingo, 16/12/2018, na zona rural nas proximidades da cidade de Abadiânia, o médium João de Deus, acusado por centenas de mulheres de abuso sexual e estupro, foi transferido para a DEIC-Delegacia Estadual de Investigações Criminais, em Goiânia.

Vários acontecimentos que envolveram os momentos que antecederam, e durante o o depoimento chamaram a atenção.

O escrivão responsável por transcrever o depoimento, se dirigia de motocicleta para Anápolis, onde inicialmente o médium seria ouvido, caiu da motocicleta durante o percurso e teve o braço fraturado, a oitiva foi transferida para Goiânia.

O computador recém adquirido da Delegacia Estadual de Investigações Criminais, por quatro vezes, funcionou sozinho digitando caracteres estranhos no texto.

Os Políciais se assustaram com uma explosão na rede elétrica, uma extensão utilizada para funcionamento do ar condicionado não suportou a carga e pegou fogo, vindo a queimar o frigobar da Delegacia e várias tomadas.

Nada interferiu no trabalho da Polícia, afirmou o Delegado Geral da Polícia Civil de Goiás, André Fernandes.

Por fim, ao chegar no Núcleo de Custódia do Complexo Penitenciário de Aparecida de Goiânia (GO), onde está preso, um cano estourou e alagou toda uma área.

Os Policiais teriam relatado que um cinegrafista de televisão que atuava na cobertura do caso também teria se acidentado de motocicleta neste domingo.

De acordo com informações da Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO), o lider espiritual ficou em uma cela de 16m² com outros três presos (todos advogados). A previsão inicial era de que ficasse isolado, devido à idade (76 anos) do acusado e à natureza sexual das denúncias que resultaram na prisão de João de Deus: ele teria abusado de centenas de mulheres, brasileiras e estrangeiras, durante atendimentos espirituais.

Ao deixar o prédio da Deic, o advogado de defesa de João de Deus, Alberto Toron, voltou a pedir cautela na apuração dos casos. “Soa estranho que uma mulher que se diga violentada volte tantas vezes para o atendimento. É preciso que se julgue antes de qualquer condenação”, disse. Toron informou que o médium negou as denúncias.

Com informações e reprodução de informações de Metrópoles.

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