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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Em nota, o Major Paz -Comandante da 47a CIPM, vem a público tecer esclarecimentos acerca de fato ocorrido em Leopoldo de Bulhões, ontem (16/07/2017), por volta das 16h40min.Fato este envolvendo um policial militar.


O OCORRIDO:
De acordo com informações obtidas, o Militar estava em seu veículo acompanhado de sua família (esposa e filhos), quando ao passar em frente ao Bar da Elza, naquela urbe, foi surpreendido por um homem identificado por VALDENI JUSTINO DA PENHA, mais conhecido pela alcunha de "Taradim" ou "Xexênia", o qual proferiu ao referido militar frases ofensivas, injuriosas e de baixíssimo calão. Deixaremos de mencionar as frases, em respeito aos ouvintes.

Neste momento o Militar foi até o ofensor com a finalidade de obter satisfação, dizendo: "Me respeite rapaz. Estou passeando com minha família e não tenho nada contra você!".

Não sendo esta a primeira vez que ocorre situação semelhante com este mesmo indivíduo.

Após a indagação do Militar, de maneira totalmente inesperada, Valdeni se apossou de um taco de bilhar e deu uma paulada na cabeça do Militar, partindo em sua direção, juntamente com outras pessoas que ali se encontravam, certamente na intenção de dar continuidade às agressões.

Mesmo após ser atacado, o Militar pegou sua arma e efetuou dois disparos em direção aos membros inferiores do seu agressor, no intuito de repelir a injusta agressão, tendo um dos disparos atingido a perna do individuo, que caiu ao chão.

Temendo por sua segurança e de sua família, o policial ainda meio atordoado, deixou o local e acionou a PM via 190, no intuito de providenciar o Socorro ao indivíduo, deslocando em seguida ao hospital local, onde foi submetido a exames.

Valdeni também foi socorrido na mesma unidade e durante o seu atendimento, este ainda proferiu ameaças ao Militar, dizendo que irá matá-lo assim que saír do hospital.

PROVIDÊNCIAS:
Considerando não estar o Militar em serviço, o fato não caracteriza crime militar, não cabendo portanto medidas a nível de justiça militar.
No entanto, as providências foram adotadas, remetendo pois toda ocorrência à autoridade judiciária competente (Delegado de Polícia Civil) para adoção das medidas cabíveis ao caso.

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