Valdizio Neto dos Santos Almeida, foi condenado nesta quarta-feira, 10/06/2025, a 14 anos de prisão em regime fechado, em Anápolis pelo assassinato da garota de programa Samylla Morais, de 27 anos, em julho de 2025.
Durante a sessão, os jurados concluíram que havia provas suficientes para apontar a autoria do crime e rejeitaram os argumentos apresentados pela defesa, que buscava afastar a participação do réu no homicídio.
O Conselho de Sentença também entendeu que o assassinato ocorreu em circunstâncias que dificultaram qualquer possibilidade de reação por parte da vítima, fator que contribuiu para a condenação por homicídio qualificado.
Ao proferir a sentença, o juiz Fernando Augusto Chaca de Rezende destacou que o crime ocorreu durante a noite, em uma região afastada da área urbana, sem iluminação pública e distante de locais habitados, circunstâncias consideradas relevantes para o aumento da pena.
Além da punição criminal, a Justiça determinou o pagamento de uma indenização mínima de R$ 150 mil aos familiares de Samylla.
Crime causou comoção
Samylla Morais atuava como acompanhante em Anápolis e era conhecida na região do Calixtolândia. O assassinato aconteceu na noite de 18 de julho de 2025, quando seu corpo foi encontrado em uma estrada vicinal próxima à Universidade Estadual de Goiás (UEG), na zona rural do município.
A vítima apresentava múltiplas perfurações causadas por disparos de arma de fogo. Logo nas primeiras apurações, a Polícia Civil passou a tratar o caso como uma possível execução.
Segundo a investigação, a vítima deixou o local onde estava por volta das 19h34 e seguiu no veículo com o acusado. Menos de uma hora depois, ela foi encontrada morta às margens de uma estrada rural.
A condenação encerra uma das etapas mais importantes do processo criminal e representa uma resposta da Justiça ao caso que mobilizou familiares, amigos e moradores de Anápolis.
Fonte:Reprodução/Rota Policial Anápolis.

















