O grande volume de chuva que caiu na zona urbana de Silvânia, na tarde desta quarta-feira, 11/03/2026, trouxe a tona os graves transtornos, aborrecimentos e prejuízos que Silvanienses enfrentam durante o período chuvoso e em dias de grandes volumes de chuva.
A Rua Água Claras divisa dos bairros Pedrinhas e Jardim Ipê, recebe todo o volume de água que desce pela Avenida Dom Bosco, se junta ao grande volume que desce a Rua Manoel Caixeta Filho, no Park Anchieta, passa sobre os chamados mata-burros de trilhos, arrancando a massa asfáltica colocada sobre os buracos sem que um serviço bem feito seja realizado para prevenção.Ainda na Rua Água Claras, o diâmetro pequeno das manilhas (tubos de concreto) utilizadas para escoamento, não suporta o volume de água e se rompem abrindo buracos no pavimento (recentemente um deles começou a se formar e recebeu massa asfáltica com a chuva desta quarta-feira um grande buraco se formou no meio da rua.
Na Avenida Quinquim Félix, principal acesso ao Bairro São Sebastião, o serviço mal feito de tapa-buracos, fez com que vários metros de asfalto fossem levados, juntamente com areia, brita e terra, sendo depositados na altura da passagem sobre o Córrego Lava-pés, local que deveria receber bueiros nos quatro pontos de recebimento de enxurrada.
Uma chácara localizada em frente ao antigo embarcador do leilão do antigo parque agropecuário, no Bairro São Sebastião, segue tendo as construções invadidas pela enxurrada e tendo água acumulada em frente a residência, promessa de campanha não cumprida.







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