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quarta-feira, 25 de julho de 2018

STJ nega pedido liminar para liberar pastores suspeitos de aplicar golpe de R$ 15 milhões contra fiéis, em Goianésia.

Um dos pastores foi preso em uma casa de luxo onde mora em Goianésia (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Segundo as investigações, dupla alegou que ganhou título de R$ 1 bilhão, mas precisava reunir fundos para conseguir receber.Defesa diz dinheiro era para investimento lícito.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido liminar de habeas corpus de dois pastores evangélicos de Goianésia, na região central de Goiás, suspeitos de aplicar golpe em fiéis que totaliza R$ 15 milhões.

Segundo as investigações da polícia, a dupla alegou que ganhou um título de R$ 1 bilhão, mas precisava reunir fundos para conseguir recebê-lo.A defesa dos religiosos nega qualquer crime e diz que vai recorrer da sentença.

Alencar Santos Buriti e Osório José Lopes Júnior foram presos em maio durante a Operação Habacuque.O delegado Marco Antônio Maia Júnior informou, na época, que os pastores disseram que receberam um título bilionário após orar para o filho de um fazendeiro e ele ter os pedidos atendidos.

Porém, para receber o dinheiro, precisavam de ajuda montar um escritório de cobranças.Em contrapartida, os fiéis receberiam até dez vezes o valor emprestado.

Em sua decisão, o Ministro Humberto Martins expõe que é necessário manter os pastores presos para evitar que cometam novos crimes e destruam ou escondam provas que podem ser usadas durante o processo.

Entretanto, o advogado de defesa dos presos, Pedro Augusto Miranda de Almeida, disse que o pedido negado é em caráter liminar e vai aguardar o julgamento do pedido feito à turma do STJ.Além disso, vai entrar com novo pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF).

O defensor alega que não há nenhuma prática ilícita na atitude dos dois pastores.
"A operação é lícita e ainda está em tramitação.O dinheiro que foi passado pelos fiéis foi colocado em um tipo de investimento que, ao longo do processo será mostrado que é totalmente legal", explicou.

Segundo o advogado, os clientes se comprometem a devolver o dinheiro aos que não quiserem mais realizar um investimento e também pagar o dinheiro, com os lucros, a aqueles que decidirem manter o capital aplicado.

"Foi feito uma apresentação do modelo de investimento e foram as pessoas que fora atrás dos pastores.Não houve nenhuma cobrança por parte dos dois, cada pessoa entrou com uma quantidade diferente", completou Almeida.

Os dois seguem no presídio de Goianésia aguardando as próximas etapas do julgamento.O G1 entrou em contato por e-mail e e telefone as 10h50 com o Tribunal de Justiça de Goiás para saber o andamento do processo e se há alguma data de julgamento, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

Ostentação

A investigação apontou que os dois pastores ostentavam um dinheiro e poder, em Goianésia.Segundo o delegado, o pastor Osório morava em uma casa de luxo na cidade, e chegava a alugar helicóptero para viajar da cidade para outras regiões.A Polícia Civil identificou, por meio da quebra do sigilo bancário, que os religiosos movimentaram R$ 20 milhões no banco.

"É uma quantia vultuosa que há ainda não conseguimos a gente identificar onde foi parar.Mas eles tinham uma conduta de muito ostentação na cidade.Um deles chegava ter 5 seguranças dentro de casa.Eles fundaram uma empresa fictícia com capital de R$ 1 bilhão.Enfim, não só criaram uma situação de que tinham muito dinheiro, como mantinham tudo isso com recurso do fieis", explicou.

Fonte:Reprodução/G1 Goiás.

Nota da redação do Blog Olhar Cidadão Silvaniense:Osório José, foi preso em  Leopoldo de Bulhões, onde possui residência.
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